Há alguns anos vêm dedicando-se à educação, brincando com crianças, conversando com adolescentes e adultos, apresentando-se em teatros, feiras, congressos, praças, instituições, espaços culturais diversos com a aula-espetáculo Roda de Poesia. Promove oficinas, onde o trabalho está voltado para o desenvolvimento da linguagem, permeado com a poesia, a música, a dança, o teatro e a brincadeira. Seus mais recentes trabalhos são: “Mais do que nunca poesia”, com a atriz e diretora Deborah Finocchiaro, e “Quando a poesia canta”, com a compositora e intérprete Karine Cunha.
"Conheço um tanto de cidades do Rio Grande do Sul, um punhado de capitais, perdi a conta das feiras de livros e escolas onde fui brincar e falar poemas".
Possui onze livros publicados, participações em antologias e publicações diversas, como as agendas “Livro da Tribo”. Além do texto “O cavaleiro da mão-de-fogo”, escreveu “O Auto de Natal do Abelardo”, e “O Cisne”, respectivamente, para o grupo de teatro Caixa do Elefante, de Porto Alegre, e para o grupo Entre Linhas, de Novo Hamburgo. Integra o coletivo de poetas realizador do PORTOPOESIA, realizado em 2007, e que deverá ter a sua segunda edição em 2008 - e dos eventos PORTO ALEGRE DÁ POESIA e CIRCO FLUTUANTE.
"Cada um com a sua mania: para ganhar o dia eu faço poesia".
De 1985, até janeiro de 2004, Pirata manteve uma banca de cartões com pintura e poemas na Feira de Arte, Artesanato e Antiguidades da Redenção, aos domingos, das 9:00 às 18:00 horas. No BRIQUE DA REDENÇÃO aconteceram as primeiras Rodas de poesia, com outros poetas. Na carteira de artesão consta a categoria de pirógrafo, entalhe em madeira e pintura em papel. Sócio-fundador da AABRE - Associação dos Artesãos do Brique da Redenção.
"Uma feira com mais de 20 anos de idade. São 300 produtores independentes expondo na pele da rua de uma cidade".